O que é Proof of Stake (PoS)?

Você já ouviu falar em Proof of Stake ou PoS?

Uma das partes mais importantes do Blockchain é o mecanismo de consenso que permite duas partes desconhecidas ou até mesmo concorrentes cheguem a um acordo sobre o estado atual da rede. Em outras palavras e sendo mais específico, é um grupo de computadores que recebe informações da rede e através do consenso, determina se aquela informação ou transação é válida ou não.

Antes de entrarmos em Proof of Stake vamos primeiro rever o conceito de Proof of Work que nasceu como a base do Bitcoin em 2009, criado por Satoshi Nakamoto.

O Proof of Work (PoW) ou Prova de Trabalho – é o mecanismo de consenso mais comum da Blockchain, pois a criptomoeda mais utilizada do mercado, o Bitcoin, usa este mecanismo. O Proof of Work resolve o problema de consenso da rede porém ela traz problemas associados ao uso intensivo de poder computacional e um  alto consumo de energia. Todos os validadores da rede utilizam um alto poder computacional de suas máquinas mineradoras para vencer o desafio de geração do próximo bloco no menor tempo possível.

Por mais que esse mecanismo de consenso tenha se provado seguro e robusto nos 10 anos de existência do Bitcoin ele gerou grande questionamento na comunidade. Uma das maiores críticas ao Proof of Work tem a ver com a perda ou desperdício de recursos. Assim que um minerador vence o desafio e gera um bloco, todos os outros participantes param de tentar resolver o desafio e partem para um novo desafio para gerar o próximo bloco. Então todo o esforço de poder computacional e o custo elevado de energia dos outros participantes são desperdiçadas.

Para aprender mais sobre proof of work veja o nosso vídeo que já tem quase 100 mil visualizações no YouTube: 

O que é Proof of Stake?

O Proof of Stake (PoS) ou Prova de Participação – Tem um mecanismo de consenso um pouco diferente, pois o sistema faz a escolha do validador (chamado de nó) através de um sorteio, para a geração de novos bloco. A probabilidade de um nó ser sorteado pode ser influenciada pela quantidade de moedas que ele disponibiliza em Stake (uma espécie de Fundo).

Porém, no método de sorteio de blocos os nós são selecionados após uma inspeção na rede, selecionando os nós que possuem dois fatores importantes: baixo poder computacional e grande quantidade de moedas em stake. Antes de se candidatar para gerar um novo bloco.

É importante mencionar que no sistema de Proof of Stake, os blocos não são minerados e sim forjados e as criptomoedas que usam o Proof of Work como método de validação, recompensam os mineradores com novas moedas geradas. Por outro lado, o Proof of Stake usa as taxas de transação para recompensar os nós que validam cada bloco.

Como no Proof of Work, o Proof of Stake gerou questionamentos nas comunidades, pois este mecanismo permite que os nós possam validar mais de um ramo da rede (gerando o famoso FORK), com o objetivo de arrecadar taxas de vários blocos gerado em ramos distintos. E também, o Proof of Stake permite aumentar eventual concentração de riqueza, dado que, quem possui mais moedas tem mais chance de ser sorteado para criar um novo bloco. Esse são alguns dos questionamentos levantados sobre este mecanismo de consenso.

Vitalik Buterin, idealizador da Ethereum disse que é necessário criar mecanismos de punição para os nós que não seguem a cadeia de blocos principal. Ele propõe um algoritmo chamado Casper com a finalidade de criar um checkpoint a cada 100 blocos criados, nos quais os nós participantes votaram para definir qual é a cadeia de blocos principais. Isso não elimina a possibilidade de criar cadeias secundárias mas garante a segurança da cadeia principal, pois se dois terços da rede forem honestos, é possível saber com precisão qual a cadeia principal. Além disso o algoritmo Casper penaliza com perda de moedas dos nós que não seguem as Regras e tentam manipular a rede.

Bom pessoal, isso é apenas um pequeno resumo sobre esses dois mecanismos que ainda são muito discutidos nas comunidades e que ainda precisa ser bem estudados.

Top 5 livros sobre Blockchain e Criptomoedas

Para você que está aprendendo mais sobre a tecnologia que vai revolucionar o mundo, separamos 5 livros que vai te ajudar a entender conceitos, regras, linguagens e muito mais sobre Blockchain e criptomoedas.

Hoje acompanhamos vários setores, como agro, financeiro, logístico entretenimento entre outros, estudando a tecnologia Blockchain para adaptar seus modelos de negócios com a tecnologia.

Então vai um conselho da Bia pra vocês…. Devorem os livros que falarei a seguir, porque, nesse mercado tem muita oportunidade para quem quer ingressar no ramo.

Então sem mais delongas…

O Primeiro Livro que não pode faltar em suas coleção…

1º Mastering Bitcoin

Autor: Andreas Antonopoulos

O livro explica o conceito de Bitcoin, além de o autor comentar qual o objetivo dessa moeda do mundo digital.

Os leitores também conseguem entender como são feitas as transações, como o Bitcoin funciona e a aplicação da moeda no mundo digital.

Apresenta, ainda, como você pode ganhar Bitcoins e análises computacionais.

2º Bitcoin: A Moeda na Era Digital

Autor: Fernando Ulrich

O único livro escrito em português explica o surgimento e funcionamento da moeda digital. O autor utiliza algumas teorias monetárias de economistas para rebater as principais críticas contra o Bitcoin.

Esses economistas são da escola austríaca: Carl Menger, Ludwig von Mises, F.A. Hayek e Murray Rothbatd.

3º Blockchain para os Negócios: Promessa, Prática e Aplicação da Nova Tecnologia da Internet

Autor: Mougayar William e Sbravatti Vivian

O livro explica o tema de uma maneira um pouco mais diferente: utilizando o uso de diagramas para poder falar o que é e para que serve o Blockchain.

Os autores mapearam no livro os novos territórios e os principais elementos dessa moeda digital. O livro ainda traz dicas e conselhos para entender o assunto, além de novos modelos e ideias de negócios.

4º Blockchain Revolution: como a tecnologia por trás do bitcoin está mudando o dinheiro, os negócios e o mundo

Autor: Don Tapscott, Alex Tapscott

Quer entender o surgimento do criptomercado? Então esse livro é para você. Os autores explicam e avaliam a importância desse tipo de moeda, além de abordarem os novos modelos de negócio.

Outro ponto discutido no livro é o impacto que o Blockchain poderá causar nas instituições governamentais.

5º A Quarta Revolução Industrial

Autor: Klaus Schwab

No livro, Klaus Schwab mostra por que está convencido de que estamos no início de um período emocionante e desafiador. Ele descreve as mudanças e os impactos trazidos pela quarta revolução industrial, que é uma revolução tecnológica.

O autor, que é fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, destaca as oportunidades e os dilemas que as pessoas irão enfrentar e como o blockchain é chave para essas transformações.

E se você tivesse comprado Bitcoin na última Black Friday ao invés de ter comprado aquele smartphone ou TV?

E se você tivesse comprado Bitcoin na última Black Friday ao invés de ter comprado aquele smartphone ou TV?

Você já colocou no papel quantos smartphones ou quantas TVs você poderia comprar hoje se, ao invés de ter gasto nesses produtos na Black Friday do ano passado, tivesse comprado Bitcoins?

Nós colhemos essas informações e mostramos para você como teria sido muito mais vantajoso investir em Bitcoin.

Um levantamento feito pelo site Zoom, comparador de preços, em novembro de 2018, mostrou os melhores preços dos smartphones e smartTVs na Black Friday. No mesmo site, fizemos também o levantamento dos possíveis preços dos mesmos produtos na Black Friday de 2019.

A FlowBTC, fez o mesmo comparativo com o preço do Bitcoin, comparando o valor da criptomoeda na Black Friday de 2018 e o preço atualmente.

 

 

De acordo com o gráfico acima podemos notar uma valorização significativa do preço do Bitcoin. De acordo com a análise o Bitcoin no dia, 25 de novembro de 2018, chegou à R$ 13.900 e atualmente, 20 de novembro de 2019, à R$ 34.500, uma valorização de mais de 140% em 1 ano (na última cotação na publicação deste texto o Bitcoin estava a R$ 30 mil reais, uma valorização de 115%).

 

Agora, olhando as informações acima vamos fazer a “continha” utilizando o preço do iPhone 8 Plus de R$ 3.440,07 para sabermos quanto poderíamos ter comprado em Bitcoin na época com o mesmo valor.

A conta é simples. Basta pegar o preço do iPhone 8 Plus e dividir pelo preço do Bitcoin em 2018, ou seja: R$ 3.440,07 / R$ 13.900,00 = 0,247487 BTC.

O resultado é só multiplicar pelo preço atual do Bitcoin: 0,247487 * 34.500,00 = R$ 8.538,30. Esse seria o valor dos seus Bitcoins hoje! Já da pra saber onde estamos querendo chegar com esse raciocínio, não é?

Veja só! Poderíamos agora vender essa fração de Bitcoin na FlowBTC e com esse dinheiro comprar o mesmo aparelho nesta Black Friday. Ao preço da Black Friday 2019, poderíamos comprar até 3 iPhones 8 Plus!!!

E você? Vai fazer o que nessa Black Friday sabendo disso?

Nessa Black Friday não gaste todo seu dinheiro com as compras e separe pelo menos uma parte para comprar Bitcoin e poder utilizar melhor as suas economias no futuro.

Para dar uma forcinha a FlowBTC está dando um bônus de até R$ 100,00 para sua compra de Bitcoin*. Veja as regras abaixo.

 

*Bônus de 1% com limite de R$ 100,00 para depósitos em Reais feitos na Black Friday (29/11/2019 até meia-noite). O bônus será creditado em sua conta em até 5 dias. Acesse https://www.flowbtc.com.br para criar sua conta e ganhar.

ATENÇÃO: Esse artigo é apenas comparativo e não constitui recomendação de investimento nem tampouco qualquer garantia de retorno. Retornos passados não garantem retornos futuros. Criptomoedas são ativos voláteis e opere apenas por sua conta e risco.

Caneta Azul e o Blockchain do Bitcoin

Não! Esse post não é sobre o bitcoin estar “no azul” cerca de 30% desde na última semana. Vamos falar hoje sobre o a música viral Caneta Azul que tomou conta das redes sociais na última semana. O improvável hit de Emanuel Gomes explodiu no Google Trends no Brasil.

 

Explosão no Google Trends da pesquisa por Caneta Azul

 

 

Quem é o autor de Caneta Azul?

O autor da música é o maranhense Emanuel Gomes que foi descoberto por uma postagem filmada por uma telespectadora quando Emanuel se apresentava em uma espécie de The Voice amador da região.

O vídeo viralizou tão rápido que em menos de uma semana diversos artistas famosos já gravaram trechos da música Caneta Azul como Rodrigo Faro e diversos cantores sertanejos que tocaram em shows e postaram vídeos cantando o refrão do hit.

A simplicidade do autor e a forma como a música Caneta Azul não sai da cabeça são a fórmula da viralização. Em um entrevista, Emanuel Gomes diz ter outras 21 mil composições e outras já estão começando a viralizar.

 

https://youtu.be/BsIXE-0O8IY

 

Mas o que a música Caneta Azul tem a ver com Bitcoin?

Sabemos que Emanuel Gomes é um cara simples. Provavelmente ainda não parou pra pensar sobre o alcance que sua música teve e como sua imagem e criação artística estão sendo utilizados por outros artistas e empresas no Brasil todo. Na verdade não só Brasil. Com certeza Caneta Azul já hit em outros países, principalmente entre as comunidades de brasileiros vivendo mundo afora.

 

Sabemos também que a indústria da música está em plena transformação com Spotify, Apple Music e mudanças de comportamento do público em geral. Hoje os grandes músicos ganham pouco com a venda ou reprodução de suas obras, apenas uma fração de centavos a cada real vendido e com a tecnologia as chances dos direitos autorais se perderem são muito altas.

Como garantir os direitos autorais de sua obra com o Blockchain?

O Blockchain é frequentemente mencionado como uma nova maneira de você realizar um registro de qualquer coisa. Recentemente um casal registrou o nascimento de seu filho no Blockchain. Em diversos países, o uso do Blockchain está sendo testado para registro de imóveis, documentos e por ai vai.

A cantora Imogen Heap criou o MyCelia para efetuar registros de músicas com o uso do Blockchain no ano passado. Isso garante ao compositor(a) uma maneira barata e eficiente de comprovar que foi ele/ela que publicou aquela letra de música, composição, arranjo e tudo mais pela primeira vez.

No caso da Caneta Azul, muito provavelmente Emanuel Gomes não fez qualquer tipo de registro de sua obra. Não é algo trivial e com certeza é complicado para alguém que não conheça algum representante de uma gravadora ou agente.

Usando o Blockchain do Bitcoin para registrar Caneta Azul

Hoje existem diversos Blockchains, alguns muito mais versáteis que o Blockchain do Bitcoin, para registrar informações de forma pública. O Blockchain do Ethereum por exemplo, permite que as informações da obra sejam colocadas em forma de um contrato inteligente (smart contract). Porém, hoje queremos apenas provar que até mesmo o Blockchain original que não foi concebido para fazer esse tipo de registro pode ser usado para proteger os direitos autorais do cantor Emanuel Gomes da música Caneta Azul.

Proof-of-Existence (Prova de Existência), Blockchain público e imutabilidade

Para isso utilizamos o conceito de Proof-of-Existence (PoE). A ideia é simples. Queremos provar que um certo conteúdo como texto ou imagem, existia em uma certa hora e um certo dia, mês e ano. Como um carimbo de data e hora em uma foto ou redação. Simples, né? A grande sacada é com a tecnologia de um Blockchain público ou premissionless, esse carimbo se torna imutável. Veja esse vídeo sobre a impossibilidade de se burlar o Blockchain do Bitcoin.

Criptografia e Hashing da letra da música Caneta Azul

O Blockchain do Bitcoin utiliza a criptografia criada pela NSA (Agência de Segurança Americana) chamada SHA-256. É um algoritmo criptográfico que jamais foi quebrado e portanto altamente confiável. Você deve estar achando que apenas um super programador pode utilizar essa criptografia, correto? Errado! Criptografar algo com o SHA-256 é incrivelmente simples pois existem ferramentas online grátis que fazem esse trabalho. Vamos ver no vídeo abaixo como é isso:

Site gerador de hash SHA256: https://xorbin.com/tools/sha256-hash-calculator

 

Como registrar sua música no Blockchain?

O passo anterior de criação de um hash a partir de uma letra de música era apenas para demonstrar como uma letra de música ou até um arquivo de imagem ou música pode ser traduzido em uma sequencia criptografada. Mas a nossa missão não termina ai. O hash por si só não significa nada. Até você gravar essa informação em um Blockchain público você não irá provar que ele existia naquela hora, naquela data.

Então como publicar a letra de música que compus no Blockchain? Você precisa criar uma transação de Bitcoin (poderia ser Ethereum ou qualquer outro Blockchain público) que contenha esse hash. Qualquer pessoa poderá entrar no Blockchain do Bitcoin em sites como blockchain.info por exemplo, e verificar que o hash está lá.

Que vê o hash consegue ver o que ele representa?

Não, uma das regras fundamentais de qualquer algoritmo criptográfico é que ele é unidirecional. Ou seja, você consegue gerar o hash múltiplas vezes a partir do conteúdo original. Porém, com o hash você não consegue gerar o conteúdo original. Complicou? Sim, esse conceito não é tão trivial. Mas pense nisso como uma receita de bolo. Com a receita e os ingredientes você consegue fazer a massa do bolo. Mas com o bolo, você não consegue decifrar com exatidão os ingredientes. Algo assim.

Mas não sou programador! Como vou criar essa transação no Blockchain do Bitcoin?

Calma! Não criemos pânico. A verdade é que pouquíssimas pessoas tem esse conhecimento de programar no Blockchain. Então como fazer esse registro? Felizmente existem sites que fazem esse trabalho por um valor quase irrisório comparado o que um combo advogado e cartorio te cobrariam pra registrar uma composição de uma musica, uma invenção ou propriedade intelectual.

O proofofexistence.com faz exatamente esse trabalho com total simplicidade por menos de R$ 10,00 (considerando o preço do Bitcoin hoje). Só um detalhe, ele só aceita pagamentos em Bitcoin 🙂 Mas sem problemas. A FlowBTC te ajuda nessa tarefa. Caso você ainda não saiba comprar e pagar em Bitcoin crie uma conta e veja nossos videos.

5 países que não cobram impostos em investimentos de criptomoedas

Conforme as criptomoedas ganharam mais visibilidade, sua taxação passou a ser muito discutida.
Ao redor do mundo, agências tributárias de diversos países possuem regulamentações excessivas associadas às criptomoedas, além de um certo preconceito com o setor.
Nos EUA se esquivar dos impostos sobre criptomoedas pode te levar a uma pena de até cinco anos de prisão.
Embora reguladores, banqueiros e juízes federais tenham opiniões divergentes sobre como categorizar cripto, a maioria concorda que deve ser tributado e a maioria dos países tributa criptomoedas.
As agências fiscais inclusive procuram ativamente empresas e indivíduos que evitam impostos.
Mas mesmo assim, existem alguns países onde as criptomoedas não são tributadas sob algumas ou todas circunstâncias.
Esses países consideram as criptomoedas legais e não cobram impostos sobre investimentos em criptomoedas.
Ainda que, muitos países tenham diversos tipos de impostos para cripto, os países listados aqui são os que não possuem Imposto sobre Ganhos de Capital (CGT).

Alemanha

O imposto sobre ganhos de capital não é cobrado sobre as vendas de Bitcoin na Alemanha.
O país considera Bitcoin e outras criptomoedas como dinheiro privado, e não como ações, moedas ou mercadorias, como outros países.
Vendas privadas dentro de 600 Euros são isentas de impostos, e quem possui criptomoedas por mais de um ano não precisa pagar impostos.
Porém, empresas ainda precisam pagar impostos sobre os ganhos relacionados à criptomoedas através do imposto de renda corporativo.

Cingapura

Em junho deste ano, a agência tributária do governo de Cingapura propôs a remoção do imposto sobre bens e serviços das transações de cripto.
No país Bitcoin não é considerado como moeda ou mercadoria.
As empresas envolvidas com comércio de criptomoedas são tributadas com base nos lucros dos seus negócios.
Em Cingapura não há regras específicas para os indivíduos envolvidos em negociação de cripto.
Empresas sediadas com Cingapura que compram e vendem criptomoedas nos seus negócios, são tributadas sobre os lucros como se fossem renda.
Já empresas e indivíduos que possuem criptomoedas para fins de investimento a longo prazo, não são tributados no país, pois não há imposto sobre ganhos de capital em Cingapura.

Malásia

A Malásia também não cobra imposto sobre ganhos de capital em criptomoedas. Criptos e suas transações são isentas de impostos no país.
Apesar de ainda não haver uma proposta de impostos para o setor, isso pode mudar futuramente.
O Bank Negara Malaysia anunciou recentemente que as diretrizes sobre criptomoedas poderiam sofrer alterações e seriam apresentadas até o final deste ano.
Por enquanto, transações de criptos são isentas de impostos na Malásia já que as autoridades do país não consideram as criptomoedas como moeda legal ou ativos.

Malta

Em Malta, criptomoedas são reconhecidas como um meio de troca, uma unidade de conta ou uma reserva de valor, e não uma moeda legal.
As criptomoedas não estão sujeitas a legislações fiscais em Malta.
O imposto sobre valor agregado também não se aplica nas transações em que a moeda fiduciária é trocada por cripto.
Além disso as exchanges de cripto são legais em Malta.

Portugal

Em Portugal as criptomoedas são isentas do imposto sobre valor agregado e o imposto de renda pessoal.
Criptomoedas não tem curso legal no país, não são tratadas como dinheiro físico, eletrônico ou moeda fiduciária.
Lá as criptos são vistas principalmente como um meio de pagamento alternativo.
O comércio e o investimento em criptomoedas podem ser usufruídos sem impostos em Portugal.
Porém, essa regra se aplica apenas a indivíduos e atividades pessoais.
Se as criptos estiverem relacionadas a uma receita comercial, as empresas devem pagar impostos sobre quaisquer lucros originários de ganhos de criptomoedas.

Quer ficar por dentro de notícias relevantes, análises de preço, promoções e muito mais? Acesse nosso Canal do Telegram t.me/corretoraflowbtc e ganhe até 100 reais de BÔNUS

Leia também:

Quer ficar por dentro de mais conteúdo? Siga a FlowBTC nas redes sociais:

Entenda a Instrução Normativa 1888 da Receita Federal

Hoje, dia 1º de agosto, entra em vigor a Instrução Normativa 1888 da Receita Federal, a IN determina as regras para o tratamento de criptoativos no Brasil.

A Instrução Normativa RFB nº 1.888, publicada no dia 7 de maio, sofreu algumas alterações e resultou na Instrução Normativa RFB nº 1.899, publicada em 10 de julho.

A IN 1899 é basicamente a IN 1888 com algumas mudanças. Na IN 1888 consta as alterações da IN 1899.

A partir desta Instrução Normativa, as corretoras de criptomoedas domiciliadas no Brasil, terão que passar algumas informações mensalmente para a Receita Federal sobre cada operação realizada, independente do valor.

Dentre as informações deve constar, data da operação, tipo de operação, titulares da operação (nome, CPF ou CNPJ, endereço e domicílio fiscal) , criptoativos usados na operação, quantidade  de criptoativos negociada, valor da operação em reais e valor das taxas de serviço cobradas pela execução da operação, se houver.

A IN 1888 exigia também a indicação da carteira de destino das criptomoedas, porém nas alterações da 1899 esta regra foi cortada, mas essa informação ainda pode ser solicitada pela Receita Federal em algum caso específico.

Como as exchanges irão informar sobre as operações, pessoas físicas só precisam prestar contas caso movimente mais de 30 mil reais no mês em transações de criptomoedas. Para este caso, mesmo se a pessoa utiliza uma exchange fora do Brasil ou faz negócios P2P, tem obrigação de fazer uma declaração mensal.

O objetivo dessa Instrução Normativa é cruzar as informações para tributação, combater à sonegação fiscal e evitar crimes como lavagem de dinheiro e remessa ilegal de divisas ao exterior.

Segundo a Instrução, as informações sobre as transações deverão ser passadas à Receita Federal mensalmente, até as 23h59min59s, (horário de Brasília), do último dia útil do mês seguinte ao mês no qual foram realizadas as transações.

Ou seja o primeiro conjunto de informações deverá ser entregue no último dia útil de setembro de 2019, referente as operações realizadas em agosto de 2019.

A pessoa física ou jurídica que omitir informações ou passar informações incorretas ficará sujeita á multas. O valor das multas varia de 100 a 1500 reais dependendo do caso.

As informações devem ser prestadas pelo e-CAC da Receita Federal.

Quer ficar por dentro de notícias relevantes, análises de preço, promoções e muito mais? Acesse nosso Canal do Telegram t.me/corretoraflowbtc e ganhe até 100 reais de BÔNUS

Leia também:

Quer ficar por dentro de mais conteúdo? Siga a FlowBTC nas redes sociais:

As polêmicas envolvendo Libra, a criptomoeda do Facebook

Já faz um mês desde que o Facebook revelou seu plano para lançar a criptomoeda Libra, que segundo a empresa, pode ser a base de uma nova infraestrutura financeira global que servirá bilhões de pessoas.

Desde o anúncio, Libra tem sido alvo de diversas críticas vindas de todo o mundo.

Nesta semana, o grupo do G7 exigiu que as criptomoedas, como Libra, sejam mantidas dentro de um padrão alto de regularidade, isso para a proteção de usuários e para impedir a lavagem de dinheiro.

A reunião do grupo aconteceu na França e segundo o G1 a discussão focou na nova moeda do Facebook e em como as grandes empresas de tecnologia estão invadindo espaços governamentais, como na emissão de moedas.

Reguladores dos EUA também estão preocupados com a criptomoeda e avaliam se Libra deve estar sob a supervisão desses órgãos.

Isso tudo pode complicar o projeto, que já recebeu críticas até do presidente dos EUA, Donald Trump:

Segundo publicado pelo The New York Times, autoridades japonesas também estão discutindo o impacto que Libra pode ter na política monetária, taxas, liquidação de pagamentos e nas regulacões financeiras.

Nesta semana, David Marcus, chefe do projeto de moeda digital do Facebook, enfrentou uma enxurrada de perguntas de membros do Congresso dos EUA.

David deu respostas prontas e repetitivas que não esclareceram muito sobre o que exatamente o Facebook está fazendo com Libra.

Durante as duas audiências, vários membros do Congresso disseram algo semelhante ao que o Presidente Trump tuítou, que o que o Facebook está propondo é na verdade um banco e deveria ser regulamentado como tal.

Porém como já foi dito e David reiterou, o Facebook não será o responsável por Libra, será apenas um dos 28 votos de uma organização sem fins lucrativos, chamada Associação Libra, que irá liderar o projeto.

No ano que vem a empresa pretende aumentar o número de organizações para 100. Sendo assim, nenhuma organização única estará encarregada de Libra, a Associação Libra será um novo tipo de organização, sem autoridade central.

O Congresso se mostrou preocupado com o significado da enorme escala e do potencial do Facebook para impulsionar a adoção de sua moeda.

Se bilhões de pessoas começarem a usar Libra, isso poderá ter um grande impacto no sistema financeiro global. A representante Maxine Waters, que preside o Comitê de Serviços Financeiros da Califórnia, disse:

“Em última análise, se os planos do Facebook forem concretizados, a empresa e seus parceiros exercerão um imenso poder econômico que pode desestabilizar moedas e governos.”

O senador Sherrod Brown de Ohio comentou que, o histórico de privacidade do Facebook mostra que a empresa é perigosa e que ele acredita que dar ao Facebook a chance de brincar com as contas bancárias das pessoas e usar ferramentas poderosas que eles não entendem seria uma loucura.

Mas tudo isso não é apenas sobre o Facebook. A tecnologia está chegando nos serviços financeiros, na China já vemos serviços como Alibaba e WeChat sendo super populares.

O Bank of International Settlements, conhecido como o banco central dos bancos centrais, alertou que essas empresas, assim como o Google e a Amazon, podem se tornar dominantes.

Diante dessa tendência de mudanças, os reguladores vão ter que se dividir entre incentivar a inovação e proteger os consumidores e enquanto isso, o Facebook continua fazendo um grande esforço para combater as burocracias e ajudar a desenhar diretrizes regulatórias para o setor.

Quer ficar por dentro de notícias relevantes, análises de preço, promoções e muito mais? Acesse nosso Canal do Telegram t.me/corretoraflowbtc e ganhe até 100 reais de BÔNUS

Leia também:

Quer ficar por dentro de mais conteúdo? Siga a FlowBTC nas redes sociais:

 

Grandes indústrias que serão transformadas por Blockchain

A tecnologia blockchain pode otimizar diversos setores e tem sido explorada por governos e indústrias. Muitos países estão se atualizando nesse ecossistema, investindo na conscientização e na adoção de blockchain para garantir mais eficiência e segurança.

É importante frisar que o setor bancário não é o único que pode ser afetado pela tecnologia blockchain, existem vários outros setores que também prometem ser transformados com blockchain.

Segundo o Worldwide Semiannual Blockchain Spending Guide da International Data Corporation (IDC), em 2019 é esperado que empresas gastem cerca de 2,9 bilhões de dólares com a tecnologia blockchain, número bem maior que o registrado em 2018. A IDC espera que os gastos com blockchain cresçam bastante de 2018 até 2022.

À medida que as empresas usam blockchain para aumentar a transparência e a veracidade em todo o ecossistema de informações digitais, elas aumentam a conscientização sobre a tecnologia em diferentes setores.

Bancária

O setor bancário tem utilizado muito a tecnologia blockchain. A tecnologia agiliza funções de back office e contratos, permite mais precisão e facilita o compartilhamento de informações no setor.
O uso de blockchain pode cortar valores altíssimos de custos em intermediários.
O banco suíço UBS e o banco Barclays do Reino Unido, já utilizam blockchain nas suas funções. Recentemente o Barclays investiu na Crowdz, uma startup de pagamentos B2B baseada em blockchain que auxilia empresas a coletar pagamentos e automatizar faturas digitais.
Blockchain também pode reduzir o custo de transações internacionais, que segundo a McKinsey representou cerca de 27% da receita global de transações em 2017.
As transferências internacionais que antes eram custosas e demoravam dias, podem ser feitas em algumas horas com blockchain.
Grandes bancos como o Santander, Itaú e JP Morgan já estão investindo na tecnologia.

Votação

Eleições exigem autenticação da identidade dos eleitores, registros seguros e confiáveis de votos e etc. Com blockchain, é possível lançar, rastrear e contar votos, eliminando os erros humanos e a fraude eleitoral.
Com o sistema baseado em blockchain os governos e os eleitores teriam uma trilha de auditoria verificável, garantindo que nada fosse modificado, removido nem adicionado.
Uma startup de votação blockchain, Follow My Vote, lançou a versão alfa de sua solução de votação blockchain de ponta a ponta.
Uma organização chamada Agora, é um ecossistema de votação baseado em blockchain que permite que qualquer pessoa em qualquer lugar vote online a partir de um dispositivo digital de maneira totalmente segura. A plataforma foi testada em uma capacidade limitada durante as eleições de 2018 em Serra Leoa e mostrou resultados próximos aos das contagens oficiais.

Energia

Esse setor é altamente centralizado e assim como em outras indústrias, DLT poderia minimizar ou eliminar os intermediários.
Startups como a Transactive Grid – uma joint venture entre a LO3 Energy e a Consensys, da Ethereum, estão repensando o processo tradicional de troca de energia.
A Transactive Grid usa a tecnologia blockchain da Ethereum para permitir que os clientes realizem transações em esquemas descentralizados de geração de energia, permitindo gerar, comprar e vender energia para seus vizinhos.
Outras empresas também recorreram ao blockchain como caminho para fornecer acesso a energia renovável. Duas grandes empresas espanholas de energia, a Acciona Energy e a Iberdrola, estão usando blockchain para rastrear as origens e certificar que a energia está limpa.

Saúde

As instituições de saúde sofrem com a incapacidade de compartilhar dados entre plataformas com segurança.
O uso da tecnologia blockchain pode permitir que hospitais, pagadores e outras partes compartilhem o acesso a suas redes sem comprometer a segurança e a integridade dos dados.
O compartilhamento de dados entre os provedores pode trazer maior probabilidade de tratamentos eficazes e aumentar a capacidade geral dos sistemas de assistência médica para oferecer atendimento com um bom custo-benefício.
A startup Gem está usando a tecnologia blockchain baseada em Ethereum para criar uma infraestrutura de compartilhamento de dados universal e segura para o espaço e lançou a Gem Health Network, uma rede blockchain para as empresas globais no setor da saúde.
Uma outra startup blockchain, a Tierion, construiu uma plataforma para armazenamento e verificação de dados da saúde. A Gem e a Tierion recentemente fizeram uma parceria com a Philips Healthcare no Philips Blockchain Lab.

Varejo

Atualmente no sistema de varejo a confiança dos consumidores está ligada a confiança no mercado onde estão comprando.
Com blockchain é possível descentralizar essa confiança, permitindo que ela fique mais nos vendedores em várias plataformas do que nos próprios sites.
Startups como o OpenBazaar estão desenvolvendo utilitários de blockchain descentralizados para conectar compradores e vendedores, sem um intermediário e as cobranças associadas. O OpenBazaar opera como uma rede peer-to-peer de código aberto para os comerciantes, sem taxas e sem restrições sobre o que pode ser vendido.
No OpenBazaar, os clientes compram mercadorias usando até 50 criptomoedas e os vendedores são pagos em Bitcoin. Todos os dados associados são distribuídos pela rede global em vez de armazenados em um banco de dados central.
A Moët Hennessy Louis Vuitton (LVMH) criou uma plataforma com a Microsoft e a startup de blockchain ConsenSys para autenticar bens de luxo através de blockchain, a AURA. A plataforma permite que os clientes rastreiem seus produtos desde o design até a distribuição. Para a marca, a plataforma adiciona proteção contra fraudes e produtos falsificados.

Farmacêutica

Apesar do foco do setor em inovação e resolução de problemas, ainda há muita burocracia no setor farmacêutico.
Blockchain pode criar um sistema mais inteligente, trazendo mais inovação, produção melhor regulada e uma melhor segurança de dados médicos.
Relatórios e pesquisas publicados através de um sistema blockchain teriam um registro permanente de sua existência, impedindo que outros reivindiquem como seu.
No caso dos medicamentos, blockchain ajuda a impor uma produção mais segura, permitindo que os fabricantes entrem rapidamente em contato com os varejistas para diminuir o impacto de medicamentos inseguros aos pacientes e as finanças do negócio.

Caridade

Para quem faz doações de caridade, blockchain permite rastrear com precisão para onde as doações estão indo, quando chegaram e etc.
Assim, blockchain pode levar mais transparência em torno das doações de caridade impedindo desvios e ineficiências organizacionais.
A BitGive Foundation, é uma instituição de caridade baseada em bitcoin que usa blockchain para dar aos doadores mais visibilidade do recebimento e do uso dos fundos.
A empresa lançou uma versão beta do GiveTrack, uma plataforma de doações multidimensionais baseada em blockchain que fornece a capacidade de transferir, rastrear e fornecer um registro permanente de transações financeiras de caridade em todo o mundo. Com o GiveTrack, as instituições de caridade podem gerar uma confiança maior com os doadores.

Educação

As credenciais acadêmicas tem que ser universalmente reconhecidas e verificáveis. Esse processo é manual, feito em papel e necessitando de uma verificação caso a caso.
A implementação de blockchain nesse setor pode agilizar os procedimentos de registro e verificação, reduzindo falsas reivindicações de créditos educacionais.
A Sony Global Education desenvolveu uma plataforma educacional em parceria com a IBM que usa blockchain para proteger e compartilhar registros de alunos.
A Learning Machine, startup de software, colaborou com o MIT Media Lab no lançamento do Blockcerts, que fornece uma infra-estrutura aberta para credenciais acadêmicas no blockchain.
Uma organização de educação, a KnowledgeWorks divulgou um relatório de como blockchain poderia ser aplicado nas escolas primárias. O relatório descreveu como a tecnologia poderia ser usada para simplificar tarefas administrativas, descentralizar materiais de aprendizagem para torná-los mais acessíveis, criar uma rede para os pais compartilharem experiências e armazenar dados relacionados a aprendizagem.

Musical

O ramo do entretenimento tem recorrido a tecnologia blockchain para tornar o compartilhamento de conteúdo mais justo para os criadores.
Muzika, uma plataforma de streaming de música baseada em blockchain, fez uma parceria com a Binance, para ajudar artistas independentes a ganhar dinheiro com seus ouvintes. A plataforma pretende dar 90% da receita para os artistas.
Mycelia foi lançado com foco na produção de músicas inteligentes apoiadas pela tecnologia blockchain e criptomoedas.
Uma startup britânica de blockchain, JAAK, também planeja trabalhar com detentores de direitos de música e outras partes interessadas no setor de entretenimento. A startup está desenvolvendo uma plataforma que permite que os proprietários de mídia convertam seus arquivos em conteúdo inteligente que pode auto executar transações de licenciamento no blockchain da Ethereum.

Supply Chain

Esse é um setor onde blockchain é muito aplicável, permitindo um monitoramento mais seguro e transparente das transações.
Conforme os produtos mudam de mãos em uma cadeia de suprimentos, a tecnologia blockchain permite que possa existir um registro descentralizado permanente desde a fabricação até a venda. O que reduz atrasos, custos adicionais e erros humanos.
Várias startups estão investindo nesse setor. Provenance, está construindo um sistema de rastreabilidade de materiais e produtos, permitindo que os consumidores tenham informações sobre o ponto de venda coletadas ao longo de toda a cadeia.
O Walmart e o Sam’s Club se uniram à rede Food Trust da IBM, que usa um livro-razão distribuído blockchain. Os varejistas pediram aos seus fornecedores, especialmente os de vegetais e folhas verdes, que adicionassem seus dados de produção ao livro de registro. O sistema é usado para facilitar o rastreamento rápido das origens dos alimentos, o que facilita rastrear a origem de produtos contaminados.

Imobiliária

Entre os pontos fracos na compra e venda de imóveis estão a falta de transparência durante e após as transações, o excesso de papelada e possíveis fraudes e erros em registros públicos.
Blockchain oferece uma maneira de reduzir a necessidade de registros em papel e acelerar as transações, ajudando as partes interessadas a melhorar a eficiência e reduzir os custos de transação.
As aplicações de blockchain no setor imobiliário podem ajudar a registrar, rastrear e transferir títulos, penhoras e etc, além de ajudar a garantir que todos os documentos sejam precisos e verificáveis.
A Propy procura oferecer uma compra segura de imóvel através de uma plataforma de contrato inteligente baseada em blockchain. Todos os documentos são assinados e armazenados com segurança on-line, enquanto as ações e outros contratos são registrados usando a tecnologia blockchain e também o papel.
A startup de tecnologia Ubitquity oferece uma plataforma blockchain, Blockchain-as-a-Service (BaaS),  para empresas financeiras, de títulos e hipotecárias. A empresa está atualmente trabalhando com a Land Records Bureau no Brasil, entre outros clientes, para inserir informações sobre propriedades e registrar documentos através do blockchain.

Quer ficar por dentro de notícias relevantes, análises de preço, promoções e muito mais? Acesse nosso Canal do Telegram t.me/corretoraflowbtc e ganhe até 100 reais de BÔNUS

Leia também:

Quer ficar por dentro de mais conteúdo? Siga a FlowBTC nas redes sociais:

Libra, a criptomoeda do Facebook

Os rumores do envolvimento do Facebook com o lançamento de uma criptomoeda foram confirmados hoje, a moeda é chamada de Libra e tem lançamento previsto para 2020.

A Libra faz parte de um projeto da Libra Association, uma entidade suíça de código aberto que pretende estabelecer uma moeda global para melhorar e transformar a economia mundial.

Grandes empresas investiram no projeto, entre elas a Uber, eBay, PayPal, Spotify, Visa e Mastercard.

O Facebook está afiliado à Libra assim como as outras empresas e cada um dos parceiros terá poder de voto igual, embora segundo o white paper, o Facebook deva manter um papel de liderança durante 2019.

Libra vai ser gerenciada pela Calibra, uma nova subsidiária do Facebook que irá lançar uma carteira virtual.

A Calibra poderá ser acessada de um app independente e também dentro do Messenger e do WhatsApp, com o objetivo de permitir que os usuários enviem a moeda com a mesma facilidade de uma mensagem.

calibra

Segundo a empresa a carteira está no processo de desenvolvimento e deve ser lançada junto com a moeda em 2020.

O Facebook com certeza vai impulsionar a Libra, porém não só de forma positiva, já que há um questionamento sobre como o Facebook lidando com cripto irá manter as informações privadas e seguras.

O vice presidente de produtos da Calibra, Kevin Weil, afirmou que as informações financeiras dos usuários da Calibra não seriam utilizadas com fins publicitários e estariam totalmente separadas dos dados do Facebook.

A Libra será baseada em reservas financeiras, assim não será tão volátil e instável. O serviço aos clientes será gratuito e acessível através de qualquer aplicativo que acrescente suporte monetário ao seu código.

David Marcus, chefe da divisão Calibra do Facebook, disse à CNBC:

“[A reserva] é projetada para ser estável e dar valores à Libra que a tornam mais parecida a uma moeda tradicional do que qualquer uma das moedas digitais de hoje. Foi assim que o papel-moeda foi criado”

De acordo com o white paper, as transações feitas com Libra serão registradas em um blockchain projetado para lidar com bilhões de contas possíveis. Os engenheiros do Facebook projetaram o blockchain, mas a tecnologia será de código aberto.

Ainda não se sabe qual será a equivalência da Libra para qualquer moeda, mas o Facebook diz estar trabalhando diretamente com reguladores, legisladores e outras autoridades para evitar problemas regulatórios.

Quer ficar por dentro de notícias relevantes, análises de preço, promoções e muito mais? Acesse nosso Canal do Telegram t.me/corretoraflowbtc e ganhe até 100 reais de BÔNUS

Leia também:

Quer ficar por dentro de mais conteúdo? Siga a FlowBTC nas redes sociais:

5 Países líderes em Blockchain

A tecnologia blockchain tem sido muito discutida e sua conscientização tem crescido bastante.
Enquanto alguns países ainda estão engatinhando quando o assunto é blockchain, outros já reconheceram seu potencial e estão utilizando a tecnologia para otimizar diversos setores.
Nesta lista estão os 5 países mais amigáveis e avançados na adoção e desenvolvimento da tecnologia blockchain.

EUA

O país tem sido um player importante no ecossistema de blockchain e cripto. Os EUA contam com o maior número de usuários de Bitcoin.
Recentemente, uma lei que considera criptomoedas como dinheiro real foi aprovada no estado de Wyoming e o estado de Ohio começou a aceitar o pagamento de impostos em criptomoedas.
O país tem um cenário positivo para cripto e abriga empresas na vanguarda blockchain. Os EUA contam com o maior número de startups e tem cerca de 40% do mercado total de startups blockchain.
Os governos estaduais dos EUA reconhecem o potencial da tecnologia blockchain para otimizar os serviços públicos e a tecnologia já foi implementada em diversos estágios.
Muitas empresas financeiras do país estão investindo em blockchain para simplificar o trabalho e gerar mais eficiência no processamento de transações financeiras.
O país também realiza diversas conferências e eventos para a conscientização do público sobre blockchain.

Estônia

A Estônia é genuinamente uma sociedade digital que adotou novas tecnologias para beneficiar os habitantes e as finanças do país.
O potencial da tecnologia blockchain no país está aumentando, várias startups começaram projetos inovadores com blockchain e o governo digitalizou seus serviços usando blockchain.
A e-Residency, apoiada pelo governo do país, garante a legitimidade das ICOs e criptomoedas.
Blockchain tem sido usado em diversos setores da Estônia, como nos sistemas judiciário, legislativo, saúde, segurança e tem planos de estender seu uso a outros setores. O país foi o primeiro a usar o serviço de votação eletrônica baseada em blockchain.
A Estônia conseguiu decretar um imposto corporativo baixo, com o intuito de atrair todos os tipos de empresas, assim como as que atuam no campo das criptomoedas.
O governo está melhorando e inovando constantemente, há quem diga que o governo tem administrado o país como uma empresa de tecnologia.
O próprio país já se declarou como um país notável na tecnologia blockchain e é um exemplo de como os país em desenvolvimento podem se beneficiar das vantagens da tecnologia blockchain.

Japão

Em relação ao Bitcoin, o Japão sempre esteve à frente, a maioria das lojas de varejo do país aceitam pagamento em Bitcoin.
O Japão é conhecido como um dos países mais avançados em tecnologia no mundo e um dos poucos com um sistema legal bem definido, que regula o comércio de criptomoedas.
O Japão é uma das principais nações asiáticas em termos de aceitação de criptomoedas e tecnologia blockchain. Tanto o governo quanto a população do país estão encorajando a tecnologia blockchain e tentando ser vanguarda no desenvolvimento tecnológico internacional.
O japão está sempre mais adiantado que a maioria dos países quando se trata de tecnologias inovadoras.

Malta

Malta é conhecida como a ilha blockchain. Em Malta existe um grande crescimento de blockchain e fintech e a ilha está disposta a estabelecer uma estrutura formal para criptomoedas, ICO’s e empresas blockchain.
O país está muito à frente em termos de adoção da tecnologia blockchain. O primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, prevê que Malta será o melhor lugar para startups blockchain.
Os regulamentos do país encorajam investidores e startups a se envolverem com projetos relacionados a blockchain.
A Binance já abriu seu escritório em Malta, o que gerou um crescimento significativo no setor cripto e blockchain do país.
O governo de Malta já apresentou uma estrutura legal para DLT que incluí alguns projetos de lei favoráveis para cripto.
Joseph Muscat, quer estar na linha de frente para abraçar a tecnologia blockchain e deixar que outros países sigam seus passos.

Suíça

A Suíça abriga algumas das maiores empresas de blockchain do mundo principalmente em Zug, que e é o lar da Crypto Valley Association (CVA), uma organização sem fins lucrativos que visa construir um ecossistema blockchain líder mundial.
Zug é conhecido como CryptoValley, por oferecer uma plataforma poderosa para o crescimento global do espaço de criptomoedas em termos de infra-estrutura, talentos e acessibilidade do governo local. Em 2016, Zug se tornou a primeira cidade do mundo a começar a aceitar pagamentos de impostos locais em Bitcoin.
Além da Suíça ter um sistema legal transparente, estabilidade econômica, infra-estrutura digital e segurança de dados avançada, o país também é a casa da Ethereum Foundation.
As políticas do governo suíço oferecem um excelente serviço para startups e empresas estabelecidas para perseguir seus negócios movidos a blockchain. As taxas de imposto corporativo da Suíça são comparativamente muito baixas.
Além disso, os cidadãos suíços têm um alto nível de conhecimento de blockchain.
A tecnologia blockchain Suíça deve impactar os serviços financeiros, de seguros, logística, energia e saúde em um futuro próximo.
A Suíça está à frente da maioria dos outros países e está se movendo rapidamente para se preparar para criar um futuro descentralizado.

Quer ficar por dentro de notícias relevantes, análises de preço, promoções e muito mais? Acesse nosso Canal do Telegram t.me/corretoraflowbtc e ganhe até 100 reais de BÔNUS

Leia também:

Quer ficar por dentro de mais conteúdo? Siga a FlowBTC nas redes sociais: